Prepara o coração, colecionador. A Rockstar Games confirmou que as cópias físicas de Grand Theft Auto VI não vão trazer um disco dentro da caixinha de plástico.
Isso mesmo: o GTA 6 não terá disco, e quem comprar a tal versão física vai encontrar apenas um código de download esperando lá dentro.
Depois de mais de 13 anos desde o último jogo da série, a expectativa pelo lançamento atingiu um nível que beira o inacreditável.
E essa notícia, convenhamos, joga um balde de água fria em parte da galera.
Não tem nada de físico na versão física de GTA 6
A Rockstar revelou também o preço do jogo: a edição base sai por US$ 79,99 e a edição Ultimate por US$ 99,99.

No mesmo anúncio veio a bomba, ambas as versões vêm com um código de download que precisa ser resgatado na PlayStation Store ou na Microsoft Store.
Traduzindo: não tem disco pra inserir no console. A única diferença entre a versão física e a digital vai ser, literalmente, a caixinha de plástico.
Você paga por uma caixa bonita com um papelzinho dentro. Nostalgia de prateleira, e só.
Vale lembrar que o GTA 6 chega em 19 de novembro de 2026, para PS5 e Xbox Series X|S.
Se você ainda está se organizando pra garantir a sua, já tínhamos explicado tudo sobre onde fazer a pré-venda de GTA 6.
Por que isso incomoda tanta gente
Pode parecer frescura pra quem já vive no mundo digital, mas a ausência de uma mídia física de verdade mexe com vários bolsos e hábitos.
Os principais perdedores nessa história:
- Quem revende jogos: sem disco, não existe cópia usada. Lojas que vivem do mercado de segunda mão ficam de fora, e você não consegue revender em sites de classificados se não curtir o jogo.
- Colecionadores: tem muita gente que simplesmente gosta de ter o jogo tangível na estante, ao lado dos outros títulos da franquia. Esse pessoal fica no vácuo.
- Quem queria um “seguro”: poder revender a cópia usada funciona como uma rede de segurança pro investimento, principalmente num jogo de US$ 80.
Pra quem não liga a mínima pra mídia física e já compra tudo digital, isso aqui não muda absolutamente nada.
Mas, sejamos honestos, dificilmente alguém que é fã de GTA já está pensando em se livrar da cópia antes mesmo de comprar.
O problema é maior pro fã casual
Aqui mora a questão mais delicada. A US$ 79,99, o GTA 6 é um compromisso bem mais pesado que a média dos jogos no varejo.
E a segunda metade de 2026 está lotada de lançamentos de peso brigando pela sua atenção e pela sua carteira.
Pra quem tem grana mais curta esse ano, poder revender uma cópia usada era justamente aquela válvula de escape.
Sem essa possibilidade, US$ 80 por “um código numa caixa” pode ser o empurrãozinho pro jogador casual escolher outro jogo, tipo o Marvel’s Wolverine, no lugar.
As expectativas nas alturas
GTA 5 é um dos jogos mais vendidos de todos os tempos, então a pressão sobre a sequência é simplesmente colossal.
Não é à toa que até o CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, já admitiu estar “apavorado” com a possibilidade do jogo não corresponder à expectativa monstruosa.
Esse é, sem exagero, um dos maiores lançamentos que a indústria de games já viu.
E ninguém pode culpar quem ficou um pouco decepcionado por não ter uma versão física de verdade pra colocar na estante, fechando a coleção da série em mídia física.
É o sinal dos tempos, mas dói mesmo assim.
A real
No fim das contas, a decisão da Rockstar segue uma tendência que a indústria toda vem empurrando faz tempo: o digital como padrão.
Faz sentido do ponto de vista de negócio? Faz. Agrada todo mundo? Definitivamente não. Pra maioria que já joga digital, segue o jogo numa boa. Pra quem ama uma estante recheada, fica o gostinho amargo.
E você? Time disco na mão ou time digital pra sempre? Conta pra gente nos comentários se isso muda alguma coisa na sua decisão de comprar o GTA 6.
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